CITROËN RACING - Citroën Portugal

Redirecionamento em SEGUNDOS

26-29 JULHO 2018

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75º RALLY DA FILANDIA

UN TRAVAIL DE FOND PAYANT

Durante as últimas Especiais, Mads Østberg e Torstein Eriksen travaram uma animada luta com o piloto que já venceu por três o Rali da Finlâmdia, Jari-Matti Latvala. Por seu lado, Craig Breen e Scott Martin ascenderam ao oitavo posto na última Especial do dia, enquanto Khalid Al Qassimi e Chris Patterson, alinhado hoje em Rally 2, recuperaram gradualmente o seu andamento no C3 WRC.



O RALI EM RESUMO

Não é uma tarefa fácil partir para última Etapa – numa extensão de 45,27 km repartidos por quatro Especiais – com apenas 5,4 segundos de vantagem sobre um piloto com o calibre Latvala, triplo vencedor na Finlândia Contudo, Mads Østberg conseguiu a proeza de manter o experiente finlandês à distância, assegurando um soberbo segundo lugar, o seu melhor resultado neste rali depois de dois terceiros lugares (2013 e 2015). Este resultado consiste também no terceiro pódio para o Citroën Total Abu Dhabi WRT, no seguimento dos segundo e terceiros lugares conquistados na Suécia e no México, respetivamente.

O «finlandês voador» confirmou, logo pela manhã, que estava a levar a coisa muito a sério: foi o mais rápido no primeiro troço do dia, a terceira vitória da Citroën nas Especiais deste fim-de-semana, e dilatou a sua vantagem para 6,3 segundos. Contudo, Latvala, praticamente de volta à sua melhor forma nesta corrida em casa, reduziu a diferença para apenas 2,5 segundos antes da Power Stage de Ruuhimäki e a sua infindável sucessão de saltos. Mais uma vez, Mads manteve a acalma para se impor ao finlandês por três décimos depois de cinco minutos de intensa condução a uma velocidade média de 122,5 km/h, assegurando o segundo lugar com uma margem «mínima» de somente 2,8 segundos!

Embora limitado pela sua posição na ordem de saída para a estrada (3º), Craig Breen registou, mesmo assim, tempos muito expressivos, principalmente na ES21, onde não obteve o tempo mais rápido por apenas 4,2 segundos, bem como na Power Stage, onde terminou com apenas 1,7 segundos de diferença para o vencedor. O irlandês também beneficiou do azar de um dos seus rivais para terminar a prova no oitavo posto à Geral, num rali em que a sua determinação foi seriamente afectada logo no início com um furo (ES2). 

De volta à acção em Rally 2 devido ao erro cometido na Etapa de sábado, Khalid Al Qassimi concentrou-se em chegar ao fim, aproveitando para ir recuperando gradualmente a sua confiança ao volante do C3 WRC.

07-10 JULHO 2018

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15º RALLY DE ITÁLIA SARDEGNA

UM BOM RESULTADO COLETIVO

Depois se verem confrontados com a necessidade de defenderem as suas posições, as formações do Citroën Total Abu Dhabi WRT demonstraram fiabilidade e consistência, conquistando o quinto e sexto lugar à Geral.



O RALI EM RESUMO

Nas provas em terra é crucial que a primeira Etapa corra bem. Algo menos que isso, e tendo em conta a inversão dos lugares na classificação para definir a ordem de partida nos dois dias seguintes, e o que acontece é passar o resto do rali a limpar estradas [de areia e terra solta] para os rivais. Com as fortes e inesperadas chuvas de sexta-feira na Sardenha, onde habitualmente chove sempre muito pouco nesta altura do ano, as coisas ficaram repentinamente mais complicadas para o Citroën Total Abu Dhabi WRT. Em pisos de terra e com chuva, nunca é vantajoso sair para a estrada numa posição muito atrás (Craig Breen em 8º e Mads Ostberg em 10º), pois as estradas vão ficando cada vez mais escorregadias e enlameadas à medida que os carros passam nos troços. 

Contudo, a equipa não baixou os braços, como ficou demonstrado pelos dois segundos tempos mais rápidos rubricados por Ostberg (ES2 e ES9) no meio de uma feroz luta nos lugares da frente, prova de que o norueguês está a melhorar o seu relacionamento com o C3 WRC. Uma série de pequenos erros por parte de Mads (um toque numa rocha na ES4) e de Craig (uma saída de estrada na ES2, deixar o motor ir baixo por três vezes na ES6 e outra saída de estrada na ES7), combinados com uma escolha errada de pneus para as duas passagens em Tergu-Osilo, impediram a dupla de terminar a Etapa de sexta-feira em posições melhores que quinto e sexto à Geral.

O regresso do bom tempo no sábado começou a secar as estradas, o que para ambas as formações significou passar as duas últimas Etapas a limpar as estradas para os restantes concorrentes. A partir daí, as duas equipas concentraram-se em segurar as suas posições, jogando pelo seguro ao levar dois pneus suplentes na tarde de sábado, cujas Especiais são conhecidas por serem particularmente agressivas para os pneus.   

Apesar da sua posição na ordem de saída para a estrada não lhe ser favorável, Mads Ostberg fez todas as tentativas para exercer pressão sobre o piloto quarto classificado, até aceitar que não conseguiria alcançá-lo. O norueguês terminou no quinto lugar à Geral, o seu melhor resultado com o C3 WRC, depois dos dois sextos lugares na Suécia e em Portugal. Por sua vez, Craig Breen obteve um resultado final respeitável com o seu sexto lugar, tendo também melhorado o seu conhecimento de um evento em que tinha menos experiência que os seus rivais.

17-20 MAIO 2018

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52º RALLY DE PORTUGAL

UMA PRIMEIRA ETAPA COM PESADAS CONSEQUÊNCIAS

Depois de um excelente arranque, e quando parecia que iria ser um sério candidato à vitória final – vencendo 3 das 6 Especiais de sexta-feira –, o Citroën Total Abu Dhabi WRT viria a pagar um preço demasiado elevado pelos três furos que vitimaram os seus pilotos. A equipa viu arruinada a esperança de uma presença no pódio, logo no primeiro dia de competição completo, cabendo aos pilotos o papel ingrato de limpar os troços durante o restante fim de semana.



O RALI EM RESUMO

Depois de muito anos a sobreviver às Especiais do Campeonato do Mundo de Ralis, os engenheiros do Citroën Total Abu Dhabi WRT estão habituados às características particulares de cada prova. Nesse sentido, rapidamente identificaram as particularidades da Etapa de sexta-feira – famosa pela tendência em fazer estragos constantes – acreditando que seriam os troços decisivos do fim de semana. E estavam certos!

Embora os três Citroën C3 WRC tenham chegado em segurança ao final da Etapa, ao contrário de muitos dos seus adversários, o fim de semana da equipa ficou imediata e irreversivelmente comprometido por três custosos furos.

 

 

Tudo tinha começado muito bem, com um Kris Meeke cheio de confiança a alcançar, na primeira Especial a sério do Rally de Portugal, a 3ª posição, a apenas 2,2 segundos do mais rápido. O britânico viria mesmo a ascender ao 1º lugar na Especial seguinte, antes de voltar a perder essa posição por breves momentos. Meeke recuperou o lugar da frente aquando do arranque para as passagens da seção da tarde de sexta-feira, ao vencer outra Especial (ES5). Parecia que o piloto da Irlanda do Norte estava prestes a ser visto como um sério candidato à vitória final.

Craig Breen, por sua vez, estava determinado a não ficar de fora da festa, vencendo, também ele, uma Especial (ES6), a mesma em que Kris Meeke sofreu o primeiro furo. Este azar teria passado quase despercebido não fosse o facto de Meeke ter sofrido outro furo na Especial seguinte, a mesma em que Craig, então no 3º lugar da geral, a apenas 4,4 segundos da liderança, viu também um dos seus pneus perder, subitamente, pressão, depois de embater numa das muitas pedras deixadas soltas pela passagem dos carros.

Meeke foi forçado a terminar a longa secção de estrada e a cumprir as duas Super Especiais do fim da tarde, no Porto, com apenas três pneus. Já Breen teve de parar para mudar o pneu furado a meio da Especial. Os dois pilotos acabaram, assim, por perder muito tempo que lhes era precioso, terminando na 7ª e 8ª posição, respetivamente.

Entretanto, Mads Ostberg protagonizava uma estreia promissora em terra ao volante do C3 WRC, terminando a Etapa de sexta-feira na 6ª posição. Porém, confrontados com a árdua tarefa de serem os primeiros a sair para a estrada nos dois dias seguintes – e, por conseguinte, varrerem a terra solta e a areia da estrada – Ostberg e Breen foram incapazes de terminar em lugares mais elevados do que o 6º e o 7º lugar da geral, respetivamente. Já Meeke foi, infelizmente, vítima de uma violenta saída de estrada na Etapa de sábado, que o colocou definitivamente fora de prova.

26-29 ABRIL 2018

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38º RALLY DA ARGENTINA

OS C3 WRC EM TERRITÓRIO GAÚCHO

Sendo o primeiro de uma série ininterrupta de quatro eventos em pisos de terra, o Rali da Argentina vai ser, com quase toda a certeza, o fim-de-semana mais duro e exigente do calendário para as viaturas. O Citroën Total Abu Dhabi WRT vai participar com três carros nesta prova da América do Sul, entregues a Kris Meeke/Paul Nagle, Craig Breen/Scott Martin e Khalid Al-Qassimi/Chris Patterson, C3 WRC que contam, agora, com um renovado eixo traseiro, estrutura recentemente homologada.



O RALI EM RESUMO

Sendo o tradicional centro operacional do Rali da Argentina, a Província de Córdoba tem um significado quase religioso no mundo dos ralis. Todos os anos, multidões de entusiastas dos ralis acompanham o evento, verdadeiramente empolgados por ver os carros do WRC a voar pelas difíceis estradas de terra da região, a velocidades estonteantes.

Tendo vencido dez das últimas treze edições deste rali, a Citroën tem, obviamente, um lugar especial no coração dos aficionados locais, que se alinham em grande número nas estradas ao longo de todo o fim de semana. Terceiro classificado em 2014, um ano antes de obter a sua primeira vitória no WRC no evento, Kris Meeke tornou-se rapidamente numa das figuras mais populares entre os fãs argentinos. Depois do seu 3º lugar no México em março – até agora o único rali em terra da presente temporada – o principal piloto do Citroën Total Abu Dhabi WRT está determinado em obter mais uma forte performance na Argentina, apontando para os lugares cimeiros num rali que é tanto do seu agrado.

O mesmo se poderá dizer acerca de Craig Breen neste seu regresso à competição, suportado pelo 3º lugar alcançado na Suécia e pela estreia muito promissora na Argentina no ano passado. Breen irá, também, beneficiar de uma boa posição na ordem de partida para o primeiro dia, o que o poderá ajudar a entrar rapidamente no ritmo.

Os dois principais pilotos da Citroën terão, na América do Sul, a companhia de Khalid Al-Qassimi, piloto que alcançou um 6º lugar na Argentina em 2015, naquela que foi a sua única presença no evento. É, também a primeira prova de Al-Qassimi em 2018, piloto que, assim, se junta à equipa ao volante de um terceiro C3 WRC.

 

C3 WRC NOVAMENTE MELHORADOS

Revelando uma enorme eficácia no México, ao vencer mais especiais do que qualquer outro carro do WRC, e com as duas formações inscritas na prova a rubricar os melhores tempos por 8 vezes, as características de equilíbrio do C3 WRC foram, mais uma vez, melhoradas. A equipa utilizou um dos argumentos dos chassis, introduzindo melhoramentos no eixo traseiro do carro, de forma a aumentar um pouco mais a sua margem operativa. Isto demonstra o forte empenho dos engenheiros no quartel-general da equipa, em Satory, em obter cada vez mais e melhores desempenhos.

Deve dizer-se que este rali é um enorme desafio. Apesar das alterações mínimas introduzidas este ano –concentradas sobretudo na Etapa de domingo, com as Especiais a serem disputadas no sentido inverso ao do ano passado – o percurso engloba alguns troços muito rápidos e outros extremamente sinuosos, bem como estradas de terra que são, por vezes, muito difíceis, não deixando de ser uma prova única e sempre intensa para todos.

05-08 ABRIL 2018

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61ª VOLTA À CORSEGA

ESTREIA BEM SUCEDIDA PARA O C3 R5

Conquistando duas vitórias em especiais através de Stéphane Lefebvre e Gabin Moreau, numa altura em que estes lutavam pela liderança da categoria WRC2, e alcançando o 2º lugar absoluto na categoria, fruto da prestação da dupla Yoann Bonato/Benjamin Boulloud, o C3 R5 demonstrou todo o seu potencial em algumas das mais exigentes classificativas de asfalto do planeta.

O RALI EM RESUMO

Fazer a estreia competitiva do Citroën C3 R5 num rali tão difícil como é a Volta à Córsega foi o que se pode chamar de uma aposta ousada. Apropriadamente denominado como o “Rali das 10.000 Curvas”, fruto da sua ampla gama de dificuldades e superfícies de piso, este rali foi um verdadeiro banco de ensaios em grande escala.

A aposta de risco deu frutos logo no início, com Yoann Bonato, Campeão Francês de 2017, integrado na equipa de fábrica neste rali, a alcançar o 2º melhor tempo entre os concorrentes da categoria WRC2 na exigente especial de La Porta/Valle di Rostino, com quase 50 quilómetros de extensão, a apenas três décimos do piloto mais rápido. De seguida, seria a vez de Stéphane Lefebvre, o piloto oficial da Citroën Racing, que foi prejudicado na especial de abertura por um problema de travões, a realizar uma performance impressionante, dando ao C3 R5 a sua primeira vitória em classificativas. Este resultado comprovou, sem sombra de dúvidas, as capacidades daquele que é o mais recente produto de Competição Cliente da Citroën, num sentimento que voltou a crescer quando Lefebvre confirmou a sua excelente forma, ao alcançar novo melhor tempo na ES4, subindo ao 4º lugar no final da Etapa, enquanto Bonato terminava o primeiro dia de competição na 2ª posição, a apenas 20,8 segundos do líder da categoria.

Infelizmente, o dia de sábado começou com uma saída de estrada fatal para Lefebvre na SS5, etapa em que também Bonato cometeu dois erros, embora conseguindo consolidar a 2ª posição. No domingo disputou as últimas especiais do rali, percurso que inclui o troço mais longo do rali (55,17 km), entre Vero, Sarrola e Carcopino, rematando tudo no final com um bom desempenho e garantindo o primeiro pódio do C3 R5 no WRC2.

Um pódio que premeia todo o empenho e trabalho da equipa de desenvolvimento desde setembro de 2017, altura em que o carro completou os seus primeiros testes de estrada, e que se espera ser o primeiro de muitos!

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06-11 MARÇO 2018

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18º RALLY DO MÉXICO

UMA PERFORMANCE MAGISTRAL !

Com um regresso quase perfeito da dupla Sébastien Loeb e Daniel Elena ao WRC e o segundo pódio consecutivo alcançado por Kris Meeke e Paul Nagle, o Citroën Total Abu Dhabi WRT registou uma performance magistral nos pisos de terra do México. O resultado permitiu à equipa posicionar-se com maior firmeza no 2º lugar no ranking do Campeonato do Mundo de Construtores.



O RALI EM RESUMO

Com um historial de seis vitórias no México (2006, 2007, 2008, 2010, 2011 e 2012) e mesmo sendo, por vezes, o primeiro a entrar para os troços, Sébastien Loeb já tinha sido autor de verdadeiras proezas nestas sublimes e escaldantes estradas de terra. Mas era quase impensável que o piloto francês conseguisse repetir a proeza neste seu regresso ao WRC, integrado num programa de três ralis – México, Córsega e Catalunha – seis anos após a sua última temporada completa na disciplina, principalmente devido à forte oposição no terreno.

Contudo, foi exatamente isso que Loeb fez ao volante de um C3 WRC que parecia assentar-lhe que nem uma luva. Contando ao seu lado com Daniel Elena, Loeb aproveitou ao máximo o 11º lugar na ordem de partida no primeiro dia e escalou até ao 2º lugar, depois de rubricar o melhor tempo em duas Especiais, as suas primeiras desde o Rali de Monte-Carlo de 2015. No sábado, continuou a dar provas da sua boa forma, vencendo mais uma Especial na primeira ronda do dia, elevando-se ao comando da prova, muito embora, desta vez, os lugares de entrada para os troços estarem mais equilibrados entre os pilotos da frente.

 

 

Já impressionados com as suas capacidades, os observadores ficaram absolutamente estarrecidos com o nível de performance, que levou a que o piloto de 44 anos e o seu co-piloto monegasco, comandassem o rali ao longo de três Especiais. Isto até sofrerem um furo e terem tomado a indesejável decisão de mudar o pneu, muito devido à sua falta de conhecimento acerca do comportamento dos pneus atualmente utilizados no WRC. A dupla caiu para o 5º lugar da Geral, posição em que viriam a terminar o rali, embora tenham sempre continuado a encantar os seus fãs, que se posicionavam ao longo dos troços desde esse ponto até o final, ao mesmo tempo que amealhavam pontos preciosos para a equipa.

Deve, contudo, dizer-se que foram muito capazmente substituídos no pódio por Kris Meeke e Paul Nagle, os vencedores do Rali do México 2017. Tendo também conquistado duas vitórias em Especiais no primeiro dia, apesar de prejudicados por uma escolha de pneus que esteve longe de ser a ideal na ronda da manhã, esta dupla terminou a 1ª Etapa no 4º posto da Geral, disposta a agarrar quaisquer oportunidades e determinada a subir na classificação. Essa missão viria a ser cumprida na Etapa de sábado: com mais três Especiais no seu bolso, Meeke e Nagle alcançaram o 2º lugar, contando com uma vantagem de 10,9 segundos face ao 3º classificado.

Infelizmente, um pequeno erro na manhã de Domingo fez com que tivessem de se contar com o 3º posto no final do rali. Não obstante, foi o seu primeiro pódio da temporada e a segunda subida ao pódio consecutiva para o Citroën Total Abu Dhabi WRT.

15-18 FEVEREIRO 2018

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66º RALLY DA SUÉCIA

PROGRESSOS EVIDENTES !

O desempenho de Craig Breen no passado fim de semana fez do Citroën Total Abu Dhabi WRT um dos protagonistas do Rali da Suécia. No final da prova, a equipa não só assegurou o quarto pódio para o C3 WRC, como conservou o 3º lugar no Mundial de Construtores.



O RALI EM RESUMO

É uma história pouco comum para um irlandês: foi sobre um lago gelado escandinavo que Craig Breen conduziu, pela primeira vez, um verdadeiro carro de ralis. Fê-lo num curso de condução oferecido pelos seus pais num Natal, tinha ele 15 anos. Foi também sobre o gelo sueco que mais tarde, em 2014, então com 28 anos, Breen disputou a sua primeira prova ao volante de um WRC, antes de defender em 2016 e pela primeira vez, as cores da Citroën Racing na clássica jornada nórdica. Vem, talvez, daí o carinho que dedica a este autêntico templo de patinagem, onde até à data contava com um 5º lugar, obtido em 2017, como melhor resultado entre as suas várias participações na prova.

Aproveitando na perfeição a sua boa posição na estrada – era o 9º a entrar para os troços no primeiro dia de competição – Breen fez uma demonstração das suas qualidades de equilibrista ao longo dessa etapa, alcançando dois melhores tempo em outras tantas especiais, resultados que o levaram a terminar o dia na 4ª posição, a apenas 0,5 segundos do pódio provisório. Tendo plena confiança no seu C3 WRC nestas especiais tão rápidas, Breen elevaria ainda mais a fasquia no segundo dia do rali, ascendendo ao 2º lugar e chegando a estar a apenas 4,2 segundos do líder, posição que segurou depois de, entre outros resultados, ter alcançado o seu terceiro tempo mais rápido nesta edição do Rali da Suécia.

Mas a concorrência que o seguia provou não querer facilitar-lhe a vida, pressionando-o constantemente, sendo necessário manter uma cadência forte para resistir aos ataques, algo que Craig Breen e Scott Martin conseguiram, terminando a etapa de domingo com a confirmação do 2º lugar, naquele que é o seu melhor resultado no WRC. Ao mesmo tempo ofereceram ao C3 WRC o quarto pódio da sua ainda jovem carreira.

Um pódio que também foi cobiçado por Mads Ostberg, piloto que ficou a apenas 1,1 segundos do 3º lugar na noite de sexta-feira, provando a sua rápida ligação ao C3 WRC, nesta prova que marcou o seu regresso à “Armada Vermelha”. Até então, foi ele o último piloto Citroën a assegurar um pódio na Suécia, em 2014. Ainda em fase de aprendizagem da sua nova montada, o norueguês terminou o rali na 6ª posição, amealhando pontos importantes para o Campeonato de Construtores.

Quem também queria somar alguns pontos nesta prova, para o Campeonato de Pilotos, era Kris Meeke, piloto que esteve na ingrata posição de ter de limpar a neve acumulada, ao ser o 4º a entrar para os troços, fruto do resultado obtido em Monte-Carlo. Vendo-se longe da luta pelos lugares da frente, fez o possível para recuperar, mas sem sucesso devido ao contacto com uma parede de neve, que provocou a quebra do turbo do C3 WRC, obrigando-o a um inglório abandono.

O "BEST OF" DO RALLY EM IMAGEM: SÉBASTIEN LOEB, PRONTO PARA O TOUR DA CÓRSEGA NO WRC

25-28 JANEIRO 2018

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86º RALLY DE MONTE-CARLO

PONTOS PRECIOSOS

Após as dificuldades sentidas no início desta edição do Rali de Monte-Carlo, o Citroën Total Abu Dhabi World Rally Team revelou grande firmeza de caráter e determinação, progredindo gradualmente na Classificação Geral. No final, a equipa garantiu importantes pontuações nos Campeonatos de Pilotos e de Construtores. .



O RALI EM RESUMO

A força das grandes equipas está na capacidade de se manterem unidas e produzirem resultados, mesmo quando as coisas estão difíceis. Com os 17 pontos conquistados por Kris Meeke no Campeonato de Pilotos, incluindo 5 da vitória alcançada na Power Stage, e com os 18 pontos somados ao registo da equipa no Campeonato de Construtores, o Citroën Total Abu Dhabi WRT provou, este fim-de-semana, no Mónaco, toda a sua força de caráter, após um início frustrante.

Infelizmente, Kris Meeke e Paul Nagle tiveram alguns problemas na Etapa de abertura, que se disputou ao cair da noite de quinta-feira, na difícil Especial de Thoard-Sisteron (36,69km), onde a neve, que cobria uma secção de três quilómetros perto do cume do Col de Fontbelle, acabou por apanhar muitas das equipas. Depois de terem perdido quase dois minutos nesta primeira Especial, o seu rali estava já programado para seguir um caminho diferente do inicialmente planeado.

Mas o pior estava ainda por chegar para Craig Breen e Scott Martin, eles que também foram alvo do azar na manhã de sexta-feira, quando uma pedra se alojou numa das jantes do seu C3 WRC, danificando o tubo de sangramento das pinças dos travões. Isto fez com que, gradualmente, o carro ficasse sem travões durante as três outras Especiais que compunham a ronda, apesar das tentativas de efetuar reparações de recurso, levando-os a cair da 7ª para a 10ª posição, com a súbita perda de três minutos.

Este golpe de azar foi ainda mais duro para Breen e Martin porque os obrigou a serem os primeiros a sair para a estrada na Etapa do dia seguinte (sábado), deixando literalmente desenhada uma linha na neve, que serviria depois como guia para as restantes equipas que se lhes seguiram na ordem de saída. Nestas condições, é fácil perder-se o ímpeto e, em especial, porque esta edição do Rali de Monte-Carlo acabou por se revelar como uma das mais difíceis dos últimos anos, com muitas variações nas condições de aderência nas estradas utilizadas em todas as suas quatro Etapas.

Porém, o Citroën Total Abu Dhabi WRT manteve-se focado na sua missão e nos seus objetivos, com a “Armada Vermelha” a nunca se enganar no que respeita às escolhas de pneus. Da mesma forma, o set-up do C3 WRC de Kris Meeke foi progressivamente afinado, o que lhe permitiu recuperar a confiança e manter-se no 5º lugar à Geral, enquanto Craig Breen aproveitou todas as oportunidades que lhe surgiram para recordar, a todos, do que é capaz, tanto em talento como em andamento: no último troço de sábado rubricou um 3º melhor tempo, a apenas 2,2s do mais rápido, garantindo, depois, novo 3º melhor tempo na segunda passagem pelo mítico Col de Turini. A equipa acabou por ver recompensada a sua persistência e determinação quando Meeke reclamou a vitória na última Especial e ascendeu ao 4º lugar da Geral, aguentando, com sucesso, um conjunto de repetidos ataques por parte dos seus adversários.

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